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SEGUNDA-FEIRA, 5 DE JANEIRO DE 2004

Sous la tutelle invisible d’un Ange.
 
 
publicado por aufgang às 02:04
 

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III. ÉLÉVATION 

«Au-dessus des étangs, au-dessus des vallées,

Des montagnes, des bois, des nuages, des mers,

Par-delà le solei, par delà les étheres.

Par delà les confins des spheres étoilées,

Mon esprit, tu te meus avec agilité,

Et, comme un bon nageur qui se pâmedans l’onde 

Tu sillonnes gaiement l’immensité profonde

Avec une indicible et malê volupté.

Envole-toi bien loin des ces miasmes morbides,

Va te purifier dan’s l’air supérieur,

Et bois come une pure et divine liqueur,

Le feu clair qui remplit les espaces limpides.

Derrière les ennuis et les vastes chagrins 

Qui chargent de leur poid’s l’existence brumeuse,

Hereux celui qui peut d’une aigle vigoureuse

S’élancer vers les champs lumineux et sereins;

Celui dont les pensers, comme des alouettes, 

Vers le cieux le matin prennent une libre essor

– Qui plane sur la vie, et comprend sans effort

Le langage des fleurs et des chooses muettes!»

 
 
publicado por aufgang às 01:49
 

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III.Elevação

«Por sobre os grandes vales, sobre os pantanais,

As montanhas, as nuvens, os mares, as florestas, 

Para lá deste sol, para além da atmosfera,

Para lá dos confins das esferas astrais,

Tu, meu espirito, moves-te com agilidade,

E qual bom nadador deleitado nas ondas, 

Sulcas alegremente a imensidão profunda 

Com a tua viril volumptuosidade´.

Voa para bem longe dos mórbidos miasmas. 

Tenta purificar-te no ar superior 

E bebe como um puro e divino licor 

O branco fogo que enche os limpidos espaços.

Por trás destes desgostos e aborrecimentos 

Que nos sobrecarregam a vida brumosa,

Feliz de quem consegue, de suas asas vigorosas,

lançar-se pelos campos claros e serenos;

Aquele cujo pensar é como a cotovia,

Rumo ao céu da manhã, tomando o seu impulso,

-Quem paira sobre a vida e sem esforço decifra 

A linguagem das flores e de outras coisas mudas»

Baudelaire 

As flores do mal

 
 
publicado por aufgang às 01:32
 

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SEXTA-FEIRA, 2 DE JANEIRO DE 2004

Poetry or life

two who are one,

the new years that are none

without the past and each second to come.

writing doesn’t come as last resource, 

when it doesn’t need extra arguments to come to life, 

one vital part, while living 

for that it’s truth reflects my time. 

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